Sou Bruno Deleon . Comecei a trabalhar aos 16 anos, num lugar que reunia locadora, lan house e assistência técnica. Desde então, minha trajetória passou por suporte e gestão de TI, comunicação, perícia digital, produção cultural, negócios e inteligência artificial.

Hoje eu me apresento como Perito Digital Forense e Produtor Cultural . Também desenvolvo projetos em tecnologia, IA e negócios. O contexto mudou bastante ao longo dos anos; o meu jeito de trabalhar ficou mais reconhecível com o tempo.

Eu começo pelo problema, não pela ferramenta

No suporte técnico, aprendi que o sintoma relatado quase nunca basta para explicar o que aconteceu. Na perícia digital, essa cautela ficou ainda mais importante: evidência, interpretação e conclusão não são a mesma coisa.

Sou graduado em Gestão da Tecnologia da Informação pela PUCRS e pós-graduado em Computação Forense e Segurança da Informação pelo IPOG. Essa formação reforçou um hábito que levo para outras áreas: antes de mexer em tudo, tento entender o que mudou, quais dependências existem e o que consigo afirmar de fato.

Produção cultural mudou a escala do meu olhar

Quando comecei a trabalhar com produção cultural, a parte técnica deixou de ser suficiente. Um projeto também depende de pessoas, espaço, comunicação, consentimento, logística e memória. Os Xamãs Urbanos fazem parte dessa trajetória e continuam sendo uma referência importante do que aprendi sobre pesquisa, autoria e preservação de contexto.

Negócios e IA entraram pelo mesmo caminho

Nos negócios, passei a olhar menos para a ideia isolada e mais para o que precisa acontecer entre oferta, venda, entrega e pós-venda. Com IA, a pergunta é parecida: a ferramenta pode acelerar muito, mas só ajuda de verdade quando o problema, o contexto e os limites estão claros.

Hoje a Escola do Dinheiro concentra parte do meu trabalho com educação econômica e modelos de renda, enquanto outros projetos me permitem experimentar produtos digitais, automação e usos práticos de IA.

O que eu tento deixar depois do trabalho

Gosto de resolver o problema que está na frente sem obrigar a próxima pessoa a reconstruir tudo do zero. Por isso dou tanto valor a documentação, contexto e continuidade. Não para transformar cada experiência em método, mas para preservar aquilo que realmente pode poupar tempo, erro ou confusão depois.

É também o que procuro fazer neste blog: escrever sobre o que vivi, estudei e testei sem fingir que áreas diferentes são uma coisa só. Quando elas se encontram de verdade, o texto mostra.

Construo sistemas, preservo histórias e abro caminhos.

Se quiser conhecer os textos, comece pela Biblioteca . Para a parte profissional, veja Atuação . Para as frentes em que esse trabalho ganha forma, vá a Projetos e ecossistemas .